SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO DO ESTADO VIEIRA DA CUNHA FALA SOBRE O PISO DOS PROFESSORES.

25/05/2015 09:42

Em reportagem especial publicada no domingo, ZH mostrou que o estatuto é uma das razões pelas quais o governo do Estado não paga o piso nacional à categoria, no valor de R$ 1.917,78. Em vigor desde 1974, o plano nunca foi atualizado e mantém a mesma estrutura de ascensão profissional. Hoje, 85% dos docentes estão no topo da carreira e, sempre que o Piratini mexe no vencimento básico inicial, provoca efeito cascata nas finanças públicas — estima-se que a repercussão na folha, com o pagamento do piso, chegaria a R$ 3,3 bilhões ao ano.

Vieira reconhece que o Estado carece do dinheiro e afirma que não pretende propor mudanças no plano. Como alternativa, sugere a busca de recursos junto ao governo federal, por meio dos royalties do pré-sal e da alteração da lei do piso, que hoje não enquadra o RS entre os Estados que podem receber auxílio da União.

Na prática, essas medidas dificilmente terão resultado no curto prazo, por conta da política de ajustes imposta pelo Ministério da Fazenda. O secretário admite que, sem ajuda, os mestres continuarão sem receber o mínimo nacional.


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